Ceviche a colazione... il mio primo libro!

29 novembre 2007

Vita precaria... che vergogna!!!

Voglio raccontare in questo post di alcuni conoscenti, lui operaio elettricista della Fincantieri di origini meridionali, lei immigrata ecuatoriana che lavora come può, nelle famiglie o comunque irregolarmente.
La coppia ha una bellissima e simpaticissima bambina di quattro anni.
Da qualche mese vivono di cortesia, anzi solidarietà, in appartamenti altrui, in genere di immigrati ecuatoriani amici di lei, più sensibili al loro problema, che non è tanto il fatto che non hanno soldi per pagare i comunque esorbitanti affitti, in quanto, come detto, bene o male lavorano entrambi, piuttosto è che non trovano nessuno che affitti loro un appartamento: pur sbattendosi giorno e notte si sentono rispondere che non forniscono sufficienti garanzie e altre amenità del genere, laddove molto spesso è più che chiaro il fatto che i proprietari e le agenzie non "si fidano", tanto per usare un eufemismo, della strana coppia meridionale-ecuatoriana!
Due persone, invece, oneste e lavoratrici...
Ma il primo articolo della Costituzione non dice che la nostra Repubblica è fondata sul lavoro?
E il secondo non recita: "La Repubblica riconosce e garantisce i diritti inviolabili dell'uomo, sia come singolo sia nelle formazioni sociali ove si svolge la sua personalità, e richiede l'adempimento dei doveri inderogabili di solidarietà politica, economica e sociale"
Tra questi "diritti inviolabili dell'uomo" non c'è anche il diritto alla casa?
Perché è chiaro che questi due ragazzi i loro doveri li adempiono, nel momento in cui lavorano e pagano le sempre più alte tasse, mentre mi pare altrettanto evidente come lo Stato non garantisca loro il diritto inviolabile all'abitazone, pure sancito dalla Costituzione!!
Se continua così, la gente che lavora onestamente dovrà accamparsi alla bene meglio, mentre la maggior parte degli appartamenti rimarranno sfitti, sia per ragioni di chiusura culturale, sia per il folle e volutamente incontrollato rincaro che gli affitti hanno conosciuto in questi ultimi anni!
Per non parlare dei prezzi delle case, per chi vuole comprarsele.
Io stesso, insegnante precario, guadagno un salario che comunque non mi permette di accendere un mutuo per comprare un appartamento decente, a meno di comprarne uno che sicuramente non vale i soldi che spenderei, indebitandomi fatalmente per tutta la vita!!!
Se devo spendere 200.000 euro, che non ho, per un appartamento che, in un paese decente, ne varrebbe al massimo un quarto, piuttosto che indebitarmi pagando mensilità di mutuo più alte del mio salario, vado a investire i miei scarni risparmi in paesi dove il carovita è ancora a livelli contenuti!
Continuiamo pure a considerare questa situazione "normale", tra poco ne raccoglieremo i frutti amari tutti, non solo i soliti!

27 novembre 2007

Chávez e o Império - por Carlos Azevedo

Riporto per intero e in originale l'editoriale di Carlos Azevedo, pubblicato nella rivista brasiliana Caros Amigos del 22 novembre scorso, dedicato all'ormai famoso e intensamente dibattuto ¡¿Por qué no te callas?! rivolto da re Juan Carlos di Spagna al presidente del Venezuela Chávez.
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O rei de Espanha mandou o presidente da Venezuela calar-se. A euforia tomou conta de todas as direitas, mas também deixou confusa muita gente boa. O que Chávez havia dito durante a Conferência da Comunidade dos Países Íbero-americanos? Que o ex primeiro-ministro espanhol, Aznar, é um fascista. O atual primeiro ministro da Espanha, Zapatero tomou a palavra para dizer que, embora tendo grandes divergências políticas com Aznar, achava que ele devia ser tratado com respeito. Zapatero não podia fazer diferente, tinha que se manifestar, porque sabia que seria cobrado na Espanha se houvesse se mantido em silêncio diante da crítica pública de Chávez. O que fez Chávez enquanto Zapatero falava? Mesmo tendo o som cortado, continuou a falar paralelamente, interrompendo Zapatero, insistindo em seus argumentos contra Aznar, lembrando que este havia apoiado o golpe de Estado que derrubou Chávez do poder por dois dias em 2002 (por ordem de Aznar o embaixador da Espanha foi o primeiro a reconhecer o governo golpista)... Chávez estava cheio de razão, mas, como muitas vezes, foi impulsivo, deselegante, infringindo a etiqueta da diplomacia etc. Nesse momento, impaciente, o rei Juan Carlos exclamou: “por que não se cala?” A imprensa das classes dominantes do Brasil exultou e aproveitou para achincalhar Chávez mais uma vez. Por que tanta animosidade contra Chávez? Vejamos: quando Chávez foi eleito presidente da República pela primeira vez, em 1998, a Venezuela estava em falência política, suas classes dominantes, mergulhadas em profunda corrupção, desmoralizadas, não conseguiam mais governar. A maior riqueza do país, o petróleo, entregue às multinacionais de petróleo americanas, era partilhada por estas com as elites tradicionais e a alta classe média, ambas americanizadas, vivendo mais nos Estados Unidos que em seu país, seus filhos indo em massa estudar na Flórida, falando mais inglês que espanhol, acostumados todos a ver a Venezuela como uma fazenda de onde extraiam sua boa vida. A Venezuela é o terceiro maior produtor de petróleo do mundo e exporta a maior parte da produção para os Estados Unidos. Chávez começou por questionar a dominação americana sobre o petróleo. Procurou fortalecer a capacidade de negociação da PDVSA (a empresa estatal venezuelana) com as multis. Além disso, constatando que as políticas das grandes potências haviam levado à redução brutal do preço internacional do petróleo (chegou a menos de 20 dólares o barril de 60 litros, isto é, petróleo estava mais barato que água mineral), assumiu a presidência da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e desenvolveu uma política de valorização do preço do óleo. Isso causou ódio e remordimento nos Estados Unidos e nos outros países ricos. Chávez também tratou de retirar das classes dominantes locais parte dos benefícios que recebiam do petróleo para poder investir na melhoria de condição de vida da população trabalhadora, especialmente em educação, saúde, alimentação, habitação. Isso enfureceu os velhos setores dominantes venezuelanos. Também o governo direitista espanhol, então comandado por Aznar, se incomodava. Porque a Espanha, ainda que há muito derrubada de sua condição de potência colonialista na América Latina, mantém grandes investimentos e desenvolve grande influência política por aqui, na condição de país sub-imperialista. Os americanos, auxiliados pelo governo de Aznar, conspiraram com as classes dominantes locais pela derrubada de Chávez em 2002. Deram o golpe, mas não levaram, impedidos por um levante popular associado a uma tomada de posição de parte das forças armadas em favor legalidade. Chávez reassumiu tendo muito mais clareza de quem eram e como atuavam os inimigos do povo venezuelano. Aprofundou sua política de nacionalização do petróleo e de destinar os benefícios dessa riqueza para os mais pobres. Sabendo o tamanho da ameaça, tratou também de fortalecer as forças armadas venezuelanas, comprando armas para melhorar a qualidade da defesa do país, vizinho de uma super-armada e pró-americana Colômbia e de várias bases militares dos Estados Unidos. Como diz o velho ditado, “bobo é quem pensa que o inimigo dorme”. Chávez também mudou as leis do país, promoveu a elaboração de uma nova Constituição, reformou a Justiça e o Parlamento, reforçando a participação popular. Por tudo isso, Chávez é acusado de ditatorial. O interessante é que todas as mudanças promovidas por Chávez foram feitas à partir de eleições, plebiscitos e consultas à população. Desde 1998 realizaram-se dez eleições e plebiscitos no país. Nenhum governo em tempos atuais consultou tão freqüentemente a população como o venezuelano. Eleições cuja lisura não foi contestada por observadores internacionais. Chávez ganhou todas e por larga margem. A oposição golpista, decidida a desmoralizar o regime político do país, esteve ausente de uma eleição. Comandou a abstenção, mas o povo votou em massa em Chávez e em seus candidatos ao Congresso. Resultado, com esse ato estúpido, apolítico, a oposição ficou sem representação nos poderes da República. E depois, saiu acusando Chávez de ditatorial.Certamente Chávez tem lá seus defeitos. Mas para se adotar uma posição madura sobre ele e seu governo, para ver com clareza no meio desse tiroteio é preciso levar em conta o principal. Registro três aspectos:1)Trata-se de um governo antiimperialista, construindo a independência de seu país e, por isso, um poderoso aliado de todos os povos latino-americanos na luta contra as políticas imperiais que nos empobrecem e mantêm dependentes. O Brasil e todos os outros países do continente têm sido beneficiados pelas posições e políticas do governo de Chávez.2) Também é preciso ver que ele vem promovendo políticas de melhoria das condições de vida da população trabalhadora e mais pobre da Venezuela e estimulando seu desenvolvimento econômico.3) Todas as grandes decisões de governo têm sido respaldadas em eleições legítimas. Atualmente, a irritação oligárquica contra Chávez alcança um novo ápice. Isso porque seu governo está propondo uma nova reforma constitucional. Uma das propostas é ampliar a possibilidade de reeleição do presidente da República. O povo venezuelano vai votar livremente e dizer se apóia ou não essa proposta. Se apoiar, Chávez poderá se reelegr outras vezes. E o povo venezuelano irá conferir no futuro se tomou uma decisão acertada ou não. É seu direito, é sua responsabilidade. Isso é democracia, é ou não é? Ou democracia é comprar deputados e fazer passar uma emenda à Constituição no Congresso para permitir a reeleição do presidente, sem consultar a população, como fez FHC mudando a regra do jogo para ganhar um novo mandato em 1998? Isso é democracia ou é golpe? É golpe. Mas para a imprensa oligárquica FHC é o democrata impoluto. E Chávez é que é ditador? Poupem-nos de tanta hipocrisia!

Avanti, Savoia! Pagate!!!

Leggo con sommo piacere ne Il Secolo XIX di oggi che il Comune di Gaeta è intenzionato a intentare ai Savoia una causa di risarcimento danni per 500 milioni di euro in seguito "all'invasione infame, senza alcuna dichiarazione di guerra, del 1860-61, che causò un milione di morti e 25 milioni di emigranti".
Sempre ne Il Secolo XIX, ma del 22 novembre scorso, Vincenzo Matteucci, in una lettera a Maurizio Maggiani, ha invitato il Comune della mia città, Genova, a intentare causa agli stessi per la repressione violenta della rivolta della città nel 1849, con il conseguente saccheggio da parte dei "piemontesi" e danni per due miliardi di euro, interessi compresi. Nello stesso spazio, Pietro Pero ha ricordato la condanna di Montanelli nei confonti del vile tradimento dell'8 settembre 1943, quando Vittorio Emanuele III è scappato tra le braccia degli alleati a Brindisi e ha abbandonato gli Italiani, il popolo di cui era immeritatamente sovrano, alle vendette nazifasciste.
Quest'ultimo atto dovrebbe essere oggetto di un'ulteriore causa che il Governo italiano dovrebbe intentare contro gli sfacciati eredi di una malagenia di parassiti codardi e arroganti, i quali, visto che vogliono fare i conti con la Storia, devono di conseguenza pagarli tutti!!!!

19 novembre 2007

Tredicesima in pericolo

Ho deciso di intitolare questo post "Tredicesima in pericolo" in seguito a una battuta, secondo me azzeccata, di mia mamma, che, con il suo non inconsueto genio, ha definito i vigili che oggi abbiamo visto sguinzagliati in gran numero in giro a far multe a man bassa: "al lavoro per recuperare i soldi delle tredicesime"!
Stamattina presto ho accompagnato mia mamma alla Asl alla Fiumara per un prelievo di sangue.
Siamo arrivati verso le 8, i primi due piani del contiguo parcheggio annesso al centro commerciale erano chiusi, siamo stati costretti ad andare a parcheggiare addirittura al quarto piano, con sommo disagio per mia mamma che ha i suoi non da poco problemi di salute nonché quelli legati all'età.
Mi chiedo: perché?
Sapendo bene che la Asl comincia ad operare già alle 7:30, perché non aprire i primi due piani del parcheggio sin da subito, dato che non c'è altra possibilità di parcheggio per i numerosissimi utenti/pazienti?
C'è da pensare male... e cioè che si vuole appunto istigare la gente a parcheggiare a margine della rotonda o proprio di fronte all'entrata della Asl, tentazione sicuramente forte specie per le persone anziane che non se la sentono poi di farsi 3 o 4 piani di scale a piedi, dato che non c'è l'ascensore.
Solo che a questo comportamento consegue automaticamente la multa, che infatti stamani uno stuolo consistente di vigili incuranti della pioggia stava accanitamente comminando alle macchine parcheggiate nelle condizioni sopra descritte!
Io questo lo chiamerei comportamento fraudolento: istigazione al reato a scopo di lucro.
Troppa sfacciataggine!
Non posso fare a meno allora di pensare alla pur "gentile" vigile urbana che mi ha fermato in Corso Europa in data martedì 13 novembre scorso, mentre stavo tornando dalla scuola dove lavoro quest'anno, a Camogli, avendomi colto col velox ad andare in scooter alla spropositata velocità di 83 kmh!!
Non è servito spiegare all'agente che non stavo nuocendo a nessuno, nemmeno a me stesso, in un tratto praticamente quasi desertico; che stavo tornando da lavoro a Camogli, per dove durante 5 giorni alla settimana devo sobbarcarmi una settantina di km; che la multa, 148 euro più 5 punti dalla patente, mi sembrava esagerata, visto che ammonta a molto oltre un decimo del mio misero salario di insegnante precario che quasi paga più di quanto guadagna per andare a lavorare e dal momento in cui il mio "reato" non lo si poteva considerare né grave né non comune, visto che tutti, in Corso Europa, quasi una mini-autostrada, corrono più del dovuto (60 kmh), anzi, io ero tra coloro che andavano più piano; nemmeno è servito fare appello al fatto che avevo una premura giustificata, visto che dovevo poco più tardi accompagnare mia mamma a San Martino per una terribile scintigrafia ossea!
Niente da fare!
La vigile, con un bel sorriso, mi ha detto che la foto, che pure non mi ha mostrato, era venuta fin troppo bene, se no mi avrebbe anche fatto andare. Per giunta, persino lei - mi ha soggiunto - recentemente aveva preso due multe in autostrada nel tratto Spezia-Pisa, quindi, evidentemente, aveva voglia di rifarsi su qualche altro povero sfigato!
Ora, quel che mi dico io è questo.
In effetti è intanto almeno curioso, come ha notato mia mamma, che 'sti vigili siano particolarmente attivi durante la fine dell'anno, quando la gente riceve la tredicesima, ma è anche portata a trasgredire le difficilissime situazioni di parcheggio e di circolazione che Genova già offre, aggravate in un contesto di ansia prenatalizia e prefestiva, senza contare, appunto, le ordinarie situazioni di stress.
Per giunta, come mi sono regolato di conseguenza?
Semplicemente evitando da allora Corso Europa, dove è fin troppo facile appostarsi con il velox, un po' come fa il guardiacaccia in una riserva in cui permette ai cacciatori di frodo di cacciare per nove giorni, poi, al decimo, quando loro si sentono tranquilli, spara loro alle spalle.
Faccio un'altra strada, dove i vigili non si appostano perché sanno che non ci guadagnerebbero molto, dato che non è facile, ma non impossibile, correrci più del dovuto.
Il punto è quindi questo: io dai vigili non mi sento tutelato.
Non ci sono MAI quando vorrei, quando le macchine di qualche folle mi tagliano la strada d'improvviso, non rispettano la distanza di sicurezza, mi mettono in gravi condizioni di rischio anche a causa dell'eccesso di velocità, per esempio in sopraelevata, ma non solo.
Un paio di volte ho tentato di denunciare il comportamento criminale di qualcuno di questi automobilisti, mi sono sentito rispondere: "dobbiamo contestare di persona", nonostante portassi loro numeri di targhe e orari precisi.
Ormai ci ho rinunciato.
I vigili, ma anche i carabinieri, ci sono solo per vessare il cittadino, non per tutelarlo.
Lo insegno ormai anche ai miei alunni: "State lontani dalle divise"!!
Che dovrei fare? L'amara esperienza ormai è quella, non la si può ignorare.
Peccato! Peccato per il senso civico e la democrazia!

Corteo no global 17 novembre 2007

Ho partecipato al corteo no global di sabato scorso, 17 novembre 2007, nella mia città... Genova.
Il mio commento è nel complesso positivo.
Le ragioni erano sacrosante: mantenere viva l'attenzione sui fatti del G8 2001 e chiedere a gran voce la verità su tutto quello che è successo è un'esigenza di democrazia e trasparenza ineccepibile.
Mostrare che il popolo no global o new global, come preferisce dire Don Gallo, giovani e meno giovani, è sempre vivo e attivo, era altrettanto urgente e necessario, specie dopo che è stata bocciata la richiesta della costituzione di una commissione parlamentare d'inchiesta sul G8 di Genova a causa del tradimento di Tonino di Pietro, che non perdono per questo.
E proprio Don Gallo, figura sempre più carismatica, ha ragione nel dire che la manifestazione è stata un punto di partenza di un processo democratico importante.
Perché è stata nel complesso pulita, ordinata, ben tutelata dalle forze dell'ordine rimaste discretamente ai margini. A proposito, se ci fosse stato un governo di centro-destra sarebbe andata così? Io penso di no.
Penso che ci sarebbero state infiltrazioni e provocazioni, come nel 2001.
Ma tralasciamo ora.
Piuttosto, non ho gradito i tutto sommato pochi frustrati che, sentendosi forti del fatto di confondersi nella gran massa di gente che ha manifestato, ne ha approfittato per insultare gratuitamente i militari appunto discretamente a margine, quando li si intravedeva.
"Bastardi assassini" è molto facile gridarlo quando si è in 50000 contro pochi...
Per giunta, questi atteggiamenti, come quelli dei soliti, tutto sommato pochi, che ne hanno approfittato per bere e farsi canne e sporcare le strade della mia città, vengono a caratterizzare tutta la massa di gente che ha manifestato civilmente, quanto meno agli occhi di un'opinione pubblica miope, facilmente strumentalizzabile.
E questo non mi va. Soprattutto i giovani che, ne son sicuro, lo fanno in buona fede, dovrebbero capirlo.
A prescindere dal fatto di essere antiproibizionista, covare risentimento contro le forze di polizia, ecc.
Semplicemente, in certi casi occorre distinguere oculatamente.
Ora, speriamo che i semi germoglino. E non solo speriamo, continuiamo a darci da fare!